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Recebi por e-mail e gostei do texto. Vale a pena parar e refletir no assunto. Será que nos esforçamos para sermos o que desejamos atrair?

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imã

* Por Margareth Signorelli

A maioria das pessoas quando estão sozinhas, sem ter um relacionamento, acabam inconscientemente se entregando às suas crenças. Algumas delas adquiridas desde a infância, somadas com as do decorrer da vida, até sua fase adulta. As mais populares “Já passou meu tempo, é tarde demais”; “Nunca serei feliz no amor”; “Todos os homens legais estão comprometidos” e “As mulheres mudaram muito, estão muito difíceis para se relacionar”.

A sensação de estar só em vários momentos, as dúvidas e o medo de que isto dure para sempre também não  ajudam em nada quando se procura alguém para amar.

Uma das chaves para se desconectar desta energia de crenças e sentimentos negativos é:

Ao invés de focar em não conseguir ter alguém que se interesse por você, SEJA a pessoa que atrairá quem você quer. Pode parecer estranho, mas esta pequena prática, além de ser um desafio, nos faz questionar o que realmente queremos para nós em relação à pessoa amada. Isto também comprovadamente gerará resultados por ser um princípio quântico. Emane e Receba.

Aprenda os passos desta prática e coloque em ação a partir de agora o que você quer para o seu futuro. Veja abaixo:

1- Faça uma pequena lista de algumas características da pessoa amada.

2- Escreva o que você precisa desenvolver para ter ou cultivar mais esta característica em você mesmo.

3- Qual o 1º passo que você dará na direção deste seu objetivo?

Reflita e responda:

– Você quer alguém atencioso?

* Você tem sido atencioso com as pessoas?
* Como começará a ser?

– Você quer alguém que lhe ouça?

* Como anda a sua paciência para escutar as pessoas?
* Qual será o 1º passo para começar a colocar isto em prática?

Vamos! Não tem nada mais prazeroso do que ter em mãos o presente de poder Ser para Atrair quem você quer.

Aproveite esta oportunidade e desfoque das crenças e sentimentos negativos que não te levam a lugar algum.

Margareth Signorelli é Coach de Relacionamento e Terapeuta EFT (www.conexaocoach.com.br).
Margareth Signorelli

Margareth Signorelli é Coach de Relacionamento e terapeuta EFT (Emotional Freedom Techniques), processo que combina os princípios da milenar medicina chinesa com as modernas técnicas do Coaching.

Possui certificação em coaching e Quantum Evolution pelo ICI – Integrated Coaching Institute (São Paulo), e em Coach de Relacionamento e em Feminine Power Mastery (Los Angeles-EUA). Além disso, tem bacharelado em Enfermagem.

Constantemente voltada novos conhecimentos e interessada em ajudar as diversas pessoas que a procuravam com problemas de relacionamento pessoal, encontrou no método “Calling in The One”, de Los Angeles, a abordagem ideal. Tornou-se um dos 170 coaches no mundo com formação neste método, sendo hoje também uma coach de transformação.

Desenvolve os seguintes trabalhos:

– Conexão: ideal para pessoas que querem encontrar um(a) companheiro(a), marido/esposa, enfim, sua alma gêmea.

– Reconexão: coaching indicado para a pessoa que já está em um relacionamento e quer fazer crescer, desenvolver ou aprofundar sua relação, de modo a obter uma maior conexão ou uma reconexão com seu parceiro.

– Transformação: para pessoas que querem uma transformação pessoal, de maneira a mudar os resultados de sua vida. Indicado para quem está cansado de repetir os erros do passado que não permitem a realização de seus maiores objetivos.

Margareth Signorelli mantém-se em permanente contato com as maiores referências mundiais em relacionamento: Katherine Woodword Thomas, Clair Zammit, Ariel Ford, Alison Armstrong, Dra. Pat Allen e John Gray.

Serviço
Margareth Signorelli – Coach de Relacionamento e Terapeuta EFT
www.conexaocoach.com.br

Semana da Mulher (4) – Helena Petrovna Blavatsky

 
Helena Petrovna Blavatsky

 Eu poderia dizer que foi muito difícil escolher uma mulher notável para homenagear na Semana da Mulher – dentre tantas figuras femininas memoráveis que por alguma louvável razão escreveram seus nomes nas páginas da história da humanidade –, mas não foi. 

Quando penso em uma mulher de valor, logo me vem à mente a figura rechonchudinha, de olhos enormes, azuis e expressivos de Helena Petrovna Blavatsky. 

Poucas mulheres, hoje em dia, têm coragem de ousar saber tanto quanto ela ousou desvendar. Poucas mulheres têm coragem de ir tão longe quanto Helena foi, no século XIX, cruzando oceanos, continentes, para lá e para cá, em busca de ensinamentos milenares que, uma vez compilados em sua valiosíssima obra literária, seriam a base para  a criação da Teosofia

Pertencente a família nobre e aristocrática russa, Helena nasceu em 1831. Dotada de rara inteligência, era considerada um prodígio e ainda bastante jovem era possuidora de uma trajetória de vida repleta de fatos curiosos que até hoje são estudados pela parapsicologia. A fim de conter sua natureza indômita, aos17 anos foi obrigada por seus pais a se casar com o velho general Nicephoré Blavatsky, união que durou apenas três meses. 

Em 1941, Helena foi para Londres e de lá seguiu para o Egito, Atenas, Smirna e Ásia Menor e tentou, sem sucesso penetrar no misterioso Tibete. 

Após ter viajado para a China, Japão, América e Índia, HPB tentou ainda por duas vezes penetrar no Tibete, sem sucesso. Na terceira tentativa, seu desejo foi realizado, em 1870, e lá recebeu instrução direta (em textos decorados) de lamas do budismo mahayana e transformou parte destes ensinamentos no mágico A Voz do Silêncio

HPB escreveu outros tantos livros ricos em conhecimento ocultista, mas A Voz do Silêncio de certa forma tem um papel especial na minha vida. 

Certo dia, quando eu tinha 21 anos, decidi ir ao cinema e tentar esquecer as dores de um amor não correspondido. Como eu estava desempregada e vivia com minha mãe, não tinha muito dinheiro na carteira. Mas foi o suficiente para comprar o ingresso e o melhor de todos os meus livros. Enquanto esperava a sessão começar, fiquei passeando pela galeria comercial onde havia o cinema e fui fazer hora em uma livraria. O título A Voz do Silêncio soou gritante na minha alma. Lia orelha e me apaixonei instantaneamente por aquela nova corrente filosófica. Era tudo o que eu precisava ler naquele momento da minha vida. O livro me transformou e me mostrou a ponta do iceberg chamado ocultismo – que eu ainda estou a descobrir. A partir dali nunca mais abandonei a literatura ocultista e passei a me interessar cada vez mais sobre o tema. 

O livro é um exercício de raciocínio, paciência e, sobretudo, mergulho na abstração da alma. Cheio de notas de rodapé, obriga o leitor a ir e vir por entre as páginas e reler incessantemente trechos que já foram lidos. Uma delícia! 

  Minha cabeça deu um nó e eu imediatamente saquei que meus sentimentos de mágoa não faziam o menor sentido diante da imensidão do universo, das leis universais, da grandeza de Deus. “Que mulher admirável é Helena Blavatsky”, pensei. 

Li o exemplar duas vezes e emprestei a duas pessoas. Uma delas não me devolveu e eu passei 5 anos tentando encontrar outro exemplar traduzido por Fernando Pessoa, pois o livro é raro. Encontrei ano passado na Saraiva! Ai, que felicidade! E estou relendo aos poucos, saboreando cada página novamente.  

Fernando Pessoa

Existem outras traduções, mas a de Fernando Pessoa é impagável, por motivos óbvios. O cara pirou quando começou a traduzir Blavatksy para o português. Se tornou teósofo e quase enlouqueceu quando se viu diante da profundidade dos textos teosóficos. Veja relato do mestre Pessoa sobre os textos de Blavatsky, em carta a seu amigo Mário de Sá-Carneiro: 

“Abalou-me a um ponto que eu julgaria hoje impossível, tratando-se de qualquer sistema religioso. O caráter extremamente vasto desta religião-filosofia, a noção de força, de domínio, desconhecimento superior e extra-humano que ressumam das obras teosóficas perturbaram-me muito. Coisa idêntica ocorrera-me há muito tempo com a leitura de um livro inglês sobre os Ritos e Mistérios da Rosacruz. A possibilidade de que ali, na Teosofia, esteja a Verdade Real me hante.” 

Já li muitos livros inesquecíveis, mas acho que esse é o meu preferido. Segue um aperitivo para quem gosta de ler e sentir fortes emoções na alma: 

“Acautela-te, discípulo, com essa sombra letal. Nenhuma luz que brilhe do Espírito pode dispersar a escuridão da Alma inferior, a não ser que todo o pensamento egoísta de lá tenha fugido, e que o peregrino diga: ‘Abdiquei deste corpo que passa; destruí a causa; as sombras, meros efeitos, não podem mais subsistir’. Porque teve lugar agora a última grande batalha, a guerra final entre o ser superior e o inferior.” A Voz do Silêncio 

Semana da Mulher (3) – Dois tipos de homem

Ressalto aqui que as generalizações são sempre injustas, porque as exceções existem. Nada mais apropriado do que falar de homens, na Semana da Mulher. Existe um mito de que “as mulher adoram falar mal dos homens quando se juntam e vice-versa”. Correção: algumas mulheres gostam de falar mal de alguns tipos de homens e vice-versa.

As mulheres sábias preferem falar do que há de melhor nos melhores homens. E vice-versa.

A escola da vida me fez chegar à conclusão de que existem dois tipos de homem. Eu vejo assim mesmo, dessa forma simples. Há os homens que gostam de mulher e há os homens que não gostam de mulher. Ou melhor, os que pensam que sabem gostar de mulher. Mas não sabem.

Vou começar falando dos que gostam, pois são mais agradáveis de ser citados e descritos.

Na minha opinião, os homens que gostam de mulher:

– jamais falam de maneira depreciativa de uma mulher;

– são sensíveis (e inteligentes) o suficiente para diferenciar “brincadeira saudável” de “desrespeito”;

– tratam com carinho, respeito e amor as mulheres de sua vida: mãe, irmãs, primas, tias, avós, filhas, namorada, noiva, esposa;

– não têm amantes, pois respeitam tanto a inteligência da esposa quanto a da possível amante;

– jamais repartem intimidades vividas com mulheres;

– são românticos, bem-humorados, gentis, cavalheiros, companheiros;

– se preocupam com o bem-estar, saúde e prazer feminino;

– não traem (porque amam e não por imposição), pois ninguém é obrigado a ficar com alguém com quem não se queira conviver;

– acham óbvio que ficar com quem não se ama é prisão, burrice, e atrapalha a felicidade de ambos;

– não agridem fisica ou moralmente uma mulher;

– respeitam a inteligência feminina e não mentem;

– fazem amor quando sentem vontade na alma;

– entendem por que é importante mandar flores;

– entendem por que é importante se dizer que se ama, apenas quando se ama;

– se dedicam a tentar entender o universo feminino em busca de uma aproximação maior de alma;

– elogiam quando a mulher se faz bonita;

– não esquecem de que toda mulher é um ser intuitivo, umas mais, outras menos e outras muito.

 Acho que eu poderia passar a noite aqui, listando tudo de bom que há nos homens que gostam, de verdade, de mulher. Na minha opinião, esses são alguns itens que denotam que um homem gosta de mulher. E há visão melhor do que a visão feminina quando o assunto é “homem que gosta de mulher”?

Por outro lado, o homem que “acha” que gosta de mulher, mas não gosta:

– vai dizer que admira o corpo feminino, mas lembre-se colega, mulher é mais que um buraco que funciona como depósito de fluidos masculinos;

– quando é apresentado a uma mulher bonita pensa logo: “como será que ela transa?”

– reparte com o time de futebol como “comeu” aquela mina no último sábado;

– olha para as mulheres como se elas fossem um equipamento de prazer e afazeres domésticos, é claro;

– é machista? Não, a palavra é EGOÍSTA;

– reproduzem máximas como: “homem tem que comer mulher a todo instante, senão ela vai me trair e vai achar que eu sou brocha”, “se me der mole, eu como mesmo”, “quanto mais mulher, melhor”… e outras pérolas do gênero; 

– bate em mulher e acredita, realmente, que tem esse direito e que ela lhe deu motivos para tal;

– alguns matam, por muitas razões, porque se acham PROPRIETÁRIOS da mulher, ora.

E vou parar por aqui, senão em vez de exaltar o sexo masculino em harmonia com o feminino vou evocar a revolta e o objetivo deste post é falar bem dos homens que gostam de mulheres (de verdade) e das mulheres que gostam de homens (de verdade). Chega de cafas e vagabas.

Não é sonho, nem utopia. Os homens de verdade existem. Não vou quantificar, nem levantar percentuais, mas sei que eles existem. E, na verdade, acredito que tudo é uma questão de encaixe e reciprocidade.

Em vez de apredejar os homens (pobres de espírito) que pensam que gostam de mulher, aproveito a oportunidade para dedicar este post aos homens (benditos sejam) que conseguem enxergar o valor de uma mulher de verdade, na sua companheira, namorada, mãe de seus filhos, enfim, a sua mulher.

Palmas aos homens que gostam de mulheres. O nosso muito obrigado e que nós tenhamos sempre o faro e o merecemento de reconhecê-los e atraí-los para nossas vidas.

Semana da Mulher (2) – Mulher, um ser de pétalas e espinhos (artigo)

 Recebi esse artigo por e-mail e achei apropriado que as pessoas leiam e reflitam sobre o tema neste semana

MULHER – UM SER DE PÉTALAS E ESPINHOS

A ascensão da mulher e a evolução dos seus papéis na sociedade merecem especial atenção. Por Amalia Sina. O Dia Internacional da Mulher é uma forma simbólica de comemorar a luta da classe feminina pela igualdade, não apenas de direitos, mas também de oportunidades. A mulher evidenciada na década de 50, como dona de casa exemplar, cuja principal e talvez única função fosse a dedicação ao marido e filhos, já não existe mais. Em pleno século XXI, a submissão deu lugar à independência e hoje, o que as mulheres faziam há décadas atrás continua sendo feito, porém, com muitas outras atividades envolvidas, o que faz com que a mulher moderna viva em um constante conflito: o desafio de conciliar diferentes papéis na sociedade.

A necessidade tornou-se estilo de vida, e foi o argumento inicial para que estas mulheres mostrassem a sua garra e começassem a sua luta, até então, silenciosa por um espaço mais digno perante a sociedade, ainda machista.

Mesmo tendo ciência das diferenças ainda impostas pelo mercado corporativo, como as diferenças salariais, cargas horárias estressantes, as mulheres têm alcançado cargos e profissões antes consideradas exclusivamente do universo masculino. E por conta disso, tem sido cada vez mais evidente mulheres ocuparem a presidência e diretoria de grandes empresas, mostrando o seu potencial para resolver problemas, unificar os prós e contras de cada decisão e tudo isso, com um olhar diferenciado que só nós conseguimos ter.

Entretanto, apesar de sermos maioria neste universo, o mundo ainda é feito para homens, e para alcançar o sucesso não basta apenas investir em conhecimento, ser criativa e versátil; é preciso vencer o preconceito e, principalmente, lidar com situações adversas. Temos que ser uma profissional exímia, arrumar tempo para os eventos corporativos e familiares, estar sempre bem vestida e arrumada e ainda, chegar em casa e cuidar da família com empenho e dedicação.

Posso dizer isso com propriedade, minha jornada até a presidência de grandes multinacionais foi desgastante e ao mesmo tempo gratificante. Hoje, sou responsável pela minha empresa, voltada para o segmento de cosméticos. Sei que dei um grande passo na minha trajetória, graças à capacidade feminina para definir metas e sonhos, com objetividade e sensibilidade que somos capazes de demonstrar sem parecermos frágeis.

Sim, nós podemos! Somos capazes de enxergar além e traçar um novo caminho, para isso basta viver com garra e determinação e ter coragem de dar o próximo passo.

Por isso, eu acredito ser um exemplo destas mulheres que perseguiram e ainda perseguem um sonho, ou melhor, próximas realizações. Aprendi a manter o equilíbrio pessoal e profissional, a tratar da beleza, buscar conhecimento, lapidar idiomas, investir em roupas e treinamentos… um sem fim de atividades utilitárias, além de saber otimizar o tempo para ter momentos prazerosos de lazer, descontração e auto-conhecimento.

Sobre Amália Sina

Amalia Sina é reconhecida como uma das mais bem sucedidas executivas brasileiras de sua geração. Foi presidente da Philip Morris do Brasil, da  Walita do Brasil e sênior vice-presidente da Philips para a América Latina. Com MBA em Marketing pela FEA/USP e Pós-graduada em Gestão de Marketing pelo Triton College, Chicago. É membro do Conselho Superior de Economia da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e membro da Associação Brasileira de Marketing.

E desde 2006, decidiu se lançar como empresária com a entrada da Sina Cosméticos no bilionário segmento da beleza, a principal marca da empresa é Amazonutry.